<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>vitamina D - Revista Manauara</title>
	<atom:link href="https://revistamanauara.com.br/palavra-chave/vitamina-d/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://revistamanauara.com.br</link>
	<description>A notícia que VALE a pena</description>
	<lastBuildDate>Tue, 18 Nov 2025 20:06:56 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.0</generator>

<image>
	<url>https://revistamanauara.com.br/wp-content/uploads/2024/12/cropped-Icone-Revista-M-32x32.png</url>
	<title>vitamina D - Revista Manauara</title>
	<link>https://revistamanauara.com.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
<site xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">240098435</site>	<item>
		<title>Mais Saúde &#8211; Vitamina D e o humor</title>
		<link>https://revistamanauara.com.br/mais-saude-vitamina-d-e-o-humor/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistamanauara.com.br]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Nov 2025 20:06:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Colunistas]]></category>
		<category><![CDATA[Médico Thiago Machado]]></category>
		<category><![CDATA[Colunista]]></category>
		<category><![CDATA[Humor]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[revista manauara]]></category>
		<category><![CDATA[vitamina D]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistamanauara.com.br/?p=13862</guid>

					<description><![CDATA[Você já se sentiu mais triste, desanimado ou irritado sem motivo aparente? Uma possível explicação pode estar nos níveis de vitamina D. Embora seja conhecida por seu papel na saúde óssea, a vitamina D também é essencial para o funcionamento do sistema nervoso. Ela participa da regulação de neurotransmissores, como a serotonina, que está diretamente ligada ao humor e ao bem-estar. Estudos indicam que níveis baixos de vitamina D podem estar associados a sintomas como depressão, ansiedade, fadiga e irritabilidade. Uma revisão publicada no Journal of Affective Disorders (2018) apontou que pessoas com deficiência da vitamina apresentam maior risco de depressão, e que a reposição adequada pode contribuir para a melhora desses sintomas. É importante ressaltar, no entanto, que a suplementação de vitamina D não substitui tratamentos médicos convencionais, como...]]></description>
		
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">13862</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Mais Saúde &#8211; O Perigo Invisível da Osteoporose</title>
		<link>https://revistamanauara.com.br/mais-saude-o-perigo-invisivel-da-osteoporose/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistamanauara.com.br]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Feb 2025 14:06:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Colunistas]]></category>
		<category><![CDATA[Manaus]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[ortopedista Dra. Caroline Brum]]></category>
		<category><![CDATA[osteoporose]]></category>
		<category><![CDATA[perda óssea]]></category>
		<category><![CDATA[revista manauara]]></category>
		<category><![CDATA[vitamina D]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistamanauara.com.br/?p=4478</guid>

					<description><![CDATA[A ideia de que osteoporose só afeta idosos é um grande equívoco. A perda óssea começa muito antes, e fatores como dieta inadequada, falta de atividade física e deficiência de vitamina D podem acelerar o processo. No Brasil, estima-se que ocorram cerca de 2,4 milhões de fraturas osteoporóticas por ano. O esqueleto humano atinge seu pico de massa óssea por volta dos 30 anos. A partir daí, o corpo perde mais osso do que consegue repor. Nas mulheres, essa perda se intensifica após a menopausa, tornando essencial o rastreamento precoce. Estudos indicam que até 50% das mulheres e 20% dos homens acima de 50 anos terão uma fratura osteoporótica ao longo da vida. Entre os que sofrem uma fratura do quadril, até 30% morrem no primeiro ano devido a complicações...]]></description>
		
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">4478</post-id>	</item>
	</channel>
</rss>
