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	<title>chikungunya - Revista Manauara</title>
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	<description>A notícia que VALE a pena</description>
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		<title>Butantan vai produzir vacina nacional contra chikungunya</title>
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		<dc:creator><![CDATA[revistamanauara.com.br]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 May 2026 01:01:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou, nesta segunda-feira (4), o Instituto Butantan a fabricar a vacina contra a chikungunya, batizada de Butantan-Chik. Com isso, o imunizante poderá ser incorporado ao Sistema Único de Saúde (SUS). É indicado para população de 18 a 59 anos de idade exposta ao vírus. A partir da autorização, o Instituto Butantan também passa a ser oficializado como local de fabricação. A vacina foi aprovada pela agência reguladora em abril de 2025, porém os locais de produção registrados eram as fábricas da farmacêutica franco-austríaca Valneva. Agora, a vacina será produzida (formulada e envasada) no Brasil com a mesma qualidade, segurança e eficácia, segundo o governo do Estado de São Paulo. “Mais um marco importante para o Instituto Butantan e para a saúde da população....]]></description>
		
		
		
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		<title>Anvisa aprova vacina contra chikungunya do Butantan e Valneva</title>
		<link>https://revistamanauara.com.br/anvisa-aprova-vacina-contra-chikungunya-do-butantan-e-valneva/</link>
		
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		<pubDate>Mon, 14 Apr 2025 14:55:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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		<category><![CDATA[imunizante contra a chikungunya]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto Butantan]]></category>
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					<description><![CDATA[A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou, nesta segunda-feira (14), o pedido para registro definitivo da vacina contra a chikungunya encaminhado pelo Instituto Butantan, em parceria com a empresa farmacêutica Valneva. O imunizante está autorizado a ser aplicado no país na população acima de 18 anos. A vacina foi avaliada nos Estados Unidos em 4 mil voluntários de 18 a 65 anos, sendo que 98,9% dos participantes do ensaio clínico produziram anticorpos neutralizantes, com níveis que se mantiveram robustos por ao menos seis meses. Os resultados foram publicados na revista científica The Lancet, em junho de 2023. O imunizante contra a chikungunya já recebeu aprovação da Food and Drug Administration (FDA), agência reguladora dos Estados Unidos, e da European Medicines Agency (EMA), da União Europeia. Esta é a primeira vacina...]]></description>
		
		
		
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		<title>Amazonas divulga informe epidemiológico de arboviroses no Amazonas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[revistamanauara.com.br]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Feb 2025 22:03:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Interior]]></category>
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					<description><![CDATA[A Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas – Dra. Rosemary Costa Pinto (FVS-RCP), unidade vinculada à Secretaria de Estado de Saúde do Amazonas (SES-AM), divulga, nesta quinta-feira (06/02), o Informe Epidemiológico das Arboviroses no Amazonas. O levantamento está disponível: https: www.fvs.am.gov.br. No Amazonas, no período de 1º de janeiro até o dia 6 de fevereiro, foram 1.780 notificados casos suspeitos de arboviroses, sendo confirmados, por critério laboratorial ou clínico-epidemiológicos 502 para dengue, 12 para chikungunya, 2 para zika, nenhum caso confirmado para febre Oropouche e febre de Mayaro. Os dados constam no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan) e no Gerenciador de Ambiente Laboratorial (GAL). O informe de arboviroses no Amazonas aponta que não foram registrados óbitos por arboviroses em 2025. Na lista de municípios do Amazonas...]]></description>
		
		
		
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		<title>Vacina contra chikungunya mantém anticorpos após 1 ano de aplicação</title>
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		<pubDate>Fri, 24 Jan 2025 13:46:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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		<category><![CDATA[vacina contra a chikungunya]]></category>
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					<description><![CDATA[A vacina contra a chikungunya produzida pelo Instituto Butantan e pela farmacêutica franco-austríaca Valneva mantém a produção de anticorpos em 98,3% dos adolescentes imunizados após um ano de aplicação, segundo o resultado de um ensaio clínico de Fase 3 realizado pelo instituto com 750 adolescentes de 12 a 17 anos de idade que vivem em áreas endêmicas do país. Em setembro do ano passado, os primeiros resultados do estudo feito com adolescentes foram divulgados na revista científica The Lancet Infectious Diseases, revelando que, 6 meses após a vacinação, 99,1% dos voluntários do estudo ainda mantinham proteção contra a doença. O estudo vem sendo realizado no Brasil desde 2022, e inclui jovens que vivem em regiões endêmicas ou de grande circulação do vírus tais como São Paulo, São José do Rio...]]></description>
		
		
		
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