Falhas no planejamento, projetos incompletos, mudanças improvisadas e escolha inadequada de materiais estão entre os principais fatores que elevam despesas e comprometem prazos, na hora de construir ou reformar. De acordo com estudo realizado pela Universidade de Brasília (UnB) o retrabalho, provocado por fatores como esses, é responsável por aumentar em até 42% o custo total de uma obra.
O arquiteto da Tec Obras Emanuel Gonzaga diz que a principal falha é iniciar a obra, antes de consolidar o planejamento. “A obra começa quando ainda deveria estar na mesa de projeto. Quando se pula essa etapa estratégica, prazo, custo e qualidade deixam de ser controláveis”, afirma.
De acordo com o arquiteto da Tec Obras, o retrabalho acontece na maioria das vezes quando a arquitetura, elétrica, hidráulica e estrutura são desenvolvidas de forma isolada e acabam gerando conflitos no canteiro de obras. Um exemplo disso é quando vigas interferem em tubulações ou pontos hidráulicos fora de posição.
Emanuel Gonzaga explica, ainda, que outro fator que influencia diretamente no retrabalho são as mudanças de escopo durante a execução. “Alterar layout, trocar revestimentos ou reposicionar ambientes com a obra em andamento provoca desorganização no cronograma e consumo duplicado de recursos”, enumera.
Para reduzir riscos, o arquiteto destaca a importância do uso da tecnologia aliada à gestão. Ele cita como exemplo a metodologia BIM (Modelagem da Informação da Construção), que permite criar um modelo digital integrado da edificação, identificando interferências antes do início da obra. “O BIM não é uma solução isolada. Ele precisa estar associado a um Plano de Qualidade da Obra, com procedimentos claros, definição de responsabilidades e checklists por etapa”, reforça.
Outro ponto crítico, segundo o arquiteto, está na escolha de materiais. A tentativa de economizar em itens estruturais e instalações pode gerar prejuízo a médio prazo. “Instalações hidráulicas e elétricas lideram os problemas quando há economia indevida. Vazamentos ou falhas elétricas exigem quebrar paredes e pisos já finalizados. O custo não é só do material, mas da demolição e reconstrução”, alerta.
No caso das reformas, comenta Emanuel Gonzaga, os cuidados precisam ser redobrados. Diferente da construção do zero, a reforma lida com estruturas antigas, adaptações improvisadas e, muitas vezes, ausência de projetos originais. “É indispensável fazer um levantamento técnico detalhado antes de qualquer demolição. Quebrar para descobrir depois, é abrir espaço para surpresa, atraso e aumento de custo”, ressalta.
Conforme o arquiteto da Tec Obras, contratar uma construtora experiente é um investimento que gera economia real. “Dependendo da complexidade da obra, a economia pode chegar a 10% ou 20% do valor total, especialmente quando consideramos retrabalhos evitados, compras mal dimensionadas e atrasos. Uma empresa especializada atua como mecanismo de controle financeiro. Em obra, previsibilidade é sinônimo de economia”, explica.
Sobre a Tec Obras – Construtora amazonense, a Tec Obras é especializada em serviços na construção civil, com atuação em obras residenciais, comerciais e industriais, além de projetos arquitetônicos, manutenção predial, pavimentação e saneamento. Com foco em qualidade, a empresa atende tanto à iniciativa privada quanto pública, contribuindo para o desenvolvimento e modernização de espaços urbanos. A sede está localizada na rua Ramos Ferreira, 2025, Praça 14 de Janeiro. Contatos: (92) 98477-0801 e (92) 3673-2783.

